Contratar um seguro auto não é um custo, mas sim a garantia de que o seu patrimônio e a sua estabilidade financeira não vão desaparecer em segundos após um imprevisto. Para isso, entender o coração dessa proteção é fundamental: a Cobertura Compreensiva.
No mercado, a modalidade mais recomendada é a Compreensiva (ou cobertura total). Ela une, em uma única apólice, as principais proteções que o seu veículo precisa contra danos materiais.
Ao optar por ela, seu veículo estará protegido contra:
Colisão, capotagem e derrapagem;
Roubo ou furto (total ou parcial);
Incêndio, queda de raio ou explosão;
Fenômenos da natureza (como enchentes, alagamentos, chuva de granizo e queda de árvores).
Para que o seguro funcione perfeitamente, existem regras básicas que todo segurado deve conhecer:
A Franquia: É a sua participação financeira em caso de perda parcial (um conserto na oficina). Se o reparo custa R$ 5.000 e a franquia é R$ 1.500, você paga os R$ 1.500 à oficina e a seguradora quita o restante.
Perda Integral: Ocorre quando os danos superam 75% do valor do carro (pela tabela FIPE) ou em casos de roubo sem recuperação. Nessa situação, o segurado recebe a indenização total e não paga franquia.
Riscos Excluídos: O seguro protege contra o imprevisto, não contra a imprudência. Dirigir sob o efeito de álcool ou forçar a passagem em áreas alagadas gera a perda do direito à indenização.
Ter um seguro vai além de proteger o veículo: trata-se de segurança financeira. Ao incluir a cobertura de Responsabilidade Civil (RCF-V), a seguradora também cobre os danos materiais e corporais causados a terceiros em um acidente.
O seguro é o único produto que você compra torcendo para não usar, mas que devolve a paz de espírito de saber que, aconteça o que acontecer, seu bolso estará amparado.